Que o que é caro
Veio do barro
Se quiser eu paro
Meu falar a beira-mar
Meu olhar a consertar
Meu escuro despertar
De a beleza contemplar
Esqueci de mim
E foi para isso que eu vim
Para entenderem, assim
Que sou feito de pirlimpimpim
Vazio de intenções
Vazio de emoções
Preferiria ver dragões
Voando aos milhões
Num céu sem grilhões